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Intérprete de Joyce Garcia (Foto: Reprodução/Globo)
A atriz justificou as atitudes de sua personagem em “A Força do Querer”

Nesta quinta-feira (19) a atriz Maria Fernanda Cândido defendeu sua personagem em “A Força do Querer”. Participando como convidada do programa matinal “Encontro com Fátima Bernardes“, Maria falou sobre a reta final da trama de Gloria Perez.

A apresentadora Fátima Bernardes questionou a intérprete se a Joyce terá um final feliz realmente depois de tudo o que ela passou. “Ela passou por tudo. Teve problemas com o marido que tinha a amante, uma mulher psicopata; tinha a questão do casamento do filho que estava de casamento marcado e desmanchou esse relacionamento para ficar com a outra. Essa mulher que a Joyce não concordava.“, comentou Maria Fernanda fazendo um resumo de tudo o que Joyce teve que lidar conforme “A Força do Querer” se desenvolveu.

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Na reta final de “A Força do Querer”, Maria Fernanda Cândido contraria o público sobre Joyce: “Ela não é fútil”
Maria Fernanda Cândido como convidada do “Encontro” (Foto: Reprodução)

“A Joyce tem uma cabeça muito conservadora. Ela não era aberta para o ‘novo’. Ela não era fútil, Joyce era uma mulher extremamente conservadora e tradicionalista! Ela era apegada a um sistema de valores que provavelmente ela deve ter sido ensinada a ser assim”, assim a atriz justificou as posturas de Joyce.

Ainda na mesma conversa no programa matinal, Maria Fernanda Cândido contrariou o público que classificava Joyce como fútil. “Se ela fosse fútil seria uma vítima da moda, uma mulher que compraria tudo. Ela não era isso. Era uma mulher de conservar o patrimônio que defendia muito, o seu núcleo familiar. Existia todo um conjunto de valores“, disse.

Na reta final de “A Força do Querer”, Maria Fernanda Cândido contraria o público sobre Joyce: “Ela não é fútil”
Ivana chorou no colo da mãe após revelar sua transsexualidade a família (Foto: TV Globo)
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Maria Fernanda Cândido revelou para Fátima Bernardes e para o público que escutou opiniões dividas sobre a volta do casamento de Joyce e Eugênio (Dan Stulbach). O público ainda aconselhou a atriz para que a personagem aceitasse a transsexualidade de Ivana (Carol Duarte).

“Em relação a Ivana, eu escutei muito para que tentasse aceitar. ‘Você tem que aceitar o Ivan’, depois as pessoas começaram a usar ‘Ivan’ mesmo. Usavam o nome no masculino (…) também as pessoas mais velhas diziam: ‘Tem que aceitar, ela é sua filha'”, comentou sorrindo Maria Fernanda.

Finalizando a conversa, Maria Fernanda Cândido comentou o sucesso de “A Força do Querer”: “Essa novela mexeu muito. As pessoas têm opiniões sobre “A Força do Querer”, todo mundo acha alguma coisa e assim gerava discussões e é isso que essa novela conseguiu fazer. Ela refletiu o nosso estado atual que é um estado de polarização. Então a Joyce era uma mulher muito combativa e belicosa. Para Joyce era o seguinte: ‘Se você não está comigo, você está contra mim'”, definiu a atriz sobre a representação da personagem das pessoas conservadoras da nossa sociedade atual.

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