Testemunhas que estimaram o número de vítimas em cerca de 30 pessoas

Testemunhas que estimaram o número de vítimas em cerca de 30 pessoas
EFE/ Martin Hunter

Um homem armado entrou em uma mesquita na cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, nesta sexta-feira (15), e disparou contra os fiéis deixando um número desconhecido de vítimas, segundo informações da imprensa local.

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Pelo menos uma pessoa foi presa, segundo informações da primeira-ministra, Jacinda Ardern, alertando que pode haver mais pessoas envolvidas.

Durante a entrevista coletiva, a premier evitou confirmar o número de vítimas no ataque, definido por ela como “um ato de violência extraordinário e sem precedentes”, no que descreveu como “um dos dias mais sombrios da Nova Zelândia”.

Entre 300 e 500 pessoas estavam dentro da mesquita quando um homem, utilizando uma arma automática, disparou pelo menos 20 vezes, de acordo com várias testemunhas que estimaram o número de vítimas em cerca de 30

Um porta-voz da comunidade muçulmana, Mustafa Farouk, disse que pelo menos seis pessoas ficaram feridas, duas delas gravemente, no ataque à mesquita, onde estavam reunidas entre 300 e 500 pessoas, segundo a Radio New Zealand.

A polícia bloqueou o centro da cidade, localizada na ilha sul da Nova Zelândia, e pediu para a população que permaneça nas suas casas enquanto procura pelo agressor, que fugiu.

Pelo Twitter, a polícia afirmou estar “recorrendo a todas as suas capacidades para lidar com essa situação, mas o risco ainda é muito alto”.

De acordo com uma testemunha, o agressor usava um capacete, óculos e uma jaqueta militar, e utilizou uma arma automática com a qual realizou vários disparos.

Apesar de ainda não estar confirmado, o atirador também teria feito uma transmissão ao vivo do ataque.

Entre os fiéis que encontravam-se na mesquita, estavam vários membros do equipe de críquete de Bangladesh, que tinha programada a disputa de um jogo, amanhã, contra a Nova Zelândia.

Várias testemunhas disseram que uma segunda mesquita da cidade foi evacuada e isolada pela polícia.