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Daniel Radcliffe, imortalizado no papel de Harry Potter, poderia ter deixado de atuar depois de se juntar à lista hollywoodiana pelo trabalho desempenhado nos 20 anos da franquia que arrecadou US$ 7,7 bilhões em todo o mundo.

Com o fantasma do Brexit a pairar sobre o Velho Continente, estaria a Europa condenada a um futuro econômico sombrio? Se os integrantes da quarta edição anual do Under 30 Europa da FORBES estiverem com a mão na massa a resposta é não. Na lista deste ano, 92% dos participantes estão otimistas quanto ao futuro das startups europeias.

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A nova edição inclui 300 jovens disruptores em dez categorias, vindos de 34 países europeus e imigrantes de outras 22 nações fora do continente. Durante todo o ano, os repórteres da FORBES examinaram incansavelmente milhares de indicações e entrevistaram especialistas para compilar a lista. O produto final é um grupo ousado de apostadores de risco que traz com jovialidade novas ideias para o Velho Mundo. A partir dessa perspectiva, o futuro parece brilhante.

Apesar da pouca idade, entre os destaques está o veterano das telonas Daniel Radcliffe. O ator, imortalizado no papel de Harry Potter, poderia ter deixado de atuar depois de se juntar à lista hollywoodiana pelo trabalho desempenhado nos 20 anos da franquia que arrecadou US$ 7,7 bilhões em todo o mundo. Em vez disso, o jovem de 29 anos levou seu talento para a Broadway ao estrelar “Equus” e, mais recentemente, “Lifespan of a Fact”.

Líder na categoria de entretenimento repleta de celebridades, a jovem de 22 anos, Anya Taylor-Joy, cujo o papel principal veio em 2015 com o filme “The Witch”, diz: “Sinto-me muito mais confortável coberta de sangue e gritando em um corredor vazio do que em um vestido brilhante. Aprender a ser a versão ‘celebridade’ de mim mesma tem sido bem difícil”. O hit indie de mistério e terror rendeu US$ 40,4 milhões com um orçamento de US$ 5 milhões. Ela terá que se acostumar a ser uma das 300 jovens estrelas em ascensão do Under 30 Europa de 2019. A atriz é a caçula de seis filhos e cresceu entre Argentina, Miami (EUA) e Inglaterra — seu pai era piloto de lancha e competia em todo o mundo.

A FORBES procurou no continente os jovens artistas mais brilhantes da música, cinema e televisão. Muitos, como Anya e Radcliffe, encontraram sucesso por todos os caminhos que trilharam. A atriz Lily James estourou com a Cinderela da Disney em 2015, enquanto a cantora britânica Ella Mai foi um verdadeiro fenômeno nos EUA com “Boo’d Up” – quatro vezes platina e 330 milhões de visualizações no YouTube.

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Outros vieram de muito mais longe para fazer da Europa sua casa. Nativa da Guiana, Letitia Wright alcançou o público global como a Shuri de “Pantera Negra”, que arrecadou US$ 1,3 bilhão em todo o mundo.

Os artistas da música formam metade dos homenageados. Na liderança do grupo está Jess Glynne. “Meus pais sempre me apresentaram gêneros diferentes. Eu me tornei obcecada por eles”, diz. Sua educação valeu a pena: ela conseguiu emplacar sete sucesso no topo das paradas britânicas da Billboard. O mesmo aconteceu com seu álbum de 2018, “Always In”. O sucesso solo da cantora vem depois de inúmeros reconhecimentos: ela foi a número 1 em 2014 com “My Love” e ganhou o Grammy de Melhor Gravação Dance pelo trabalho vocal em “Rather Be”, de Clean Bandit, no mesmo ano. Agora, a jovem artista detém o recorde de maior sucesso de bilheteria para uma artista britânica – nada mal para quem tem apenas 29 anos.

Veja, na galeria de fotos a seguir, 20 jovens, de diferentes categorias, que são destaque entre os 300 integrantes da lista FORBES Under 30 Europa de 2019:

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