A Valve mudou a forma como distribui o Counter Strike: Global Offensive e agora o game não custa nada para jogar – entrou na onda do freemium. Além poder ser jogado por qualquer um, o jogo inaugura um novo modo chamado Danger Zone, que é o battle royale com outro nome.

Mesmo que com a premissa repetida desde o sucesso de PUBG e Fortnite, o modo de battle royale de Counter Strike: Global Offensive é diferente em alguns aspectos. O jogador será inserido em uma ilha a partir do ar, com nenhum equipamento e precisa encontrar tudo no chão. No lugar de entregar armas, munições, coletes e melhorias para as armas, o game te dá dinheiro e algumas caixas.

Com o dinheiro o jogador pode comprar tudo que precisar – em um formato já conhecido do bom e velho CS. A diferença é que o equipamento é entregue via drone e um jogador pode abater o drone de entrega de outro, roubar o conteúdo e deixar a vítima no prejuízo. Além de ser roubado, um drone se aproximando significa que tem outro jogador na área.

Se você não quiser fazer o barulho do drone e ser encontrado facilmente, é só juntar o dinheiro espalhado pelo mapa, utilizá-lo para abrir portas e montar o equipamento de forma silenciosa. Outra diferença é que no lugar de 100 pessoas numa ilha, o Danger Zone colocará apenas 16 ou 18 – a maior quantidade é reservada para partidas em equipes de duas ou três pessoas.

Além do novo modo, o Counter Strike: Global Offensive agora é gratuito para jogar e apenas existem compras cosméticas, junto de uma espécie de acesso VIP que transforma a conta do usuário em Prime. Este tipo de conta custa R$ 58,99 e oferece jogatina apenas com outros usuários Prime e conteúdo extra sem custo.

Se o jogador pagou para jogar o game no passado, a conta será movida automaticamente para o status Prime.

Com informações: Ars Technica.

Counter Strike: Global Offensive agora é gratuito e tem modo battle royale