O apresentador Celso Portiolli levou puxão de orelha do SBT. (Foto: Reprodução/SBT)

Celso Portiolli tirou um tempo na sua apertada agenda e bateu boca com alguns seguidores nas redes sociais na última quinta-feira, 08. Tudo começou após o apresentador declarar abertamente que o seu apoio ao presidente eleito Jair Bolsonaro. Celso deu início a discussão.

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O titular do programa Domingo Legal chegou a dizer que “para quem não ama o Brasil, a Venezuela fica logo ali”. Um dos seguidores disse que o admirava, mas que a partir daquele momento não seguiria mais o apresentador nas redes sociais. Celso respondeu afirmando que o seguidor nunca gostou dele.

Celso demonstrou apoio à Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução)

Em outra alfinetada, um seguidor questionou se Portiolli estava tentando “aparecer” falando de política já que estaria no ostracismo como apresentador e youtuber e se “precisava garantir os patrocínios do cara que lambe as botas”. Celso rebateu: “Dinheiro é assim mesmo. A gente faz cada coisa né?!”

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Segundo informações do site Notícias da TV, o SBT precisou intervir e deu uma baita bronca no apresentador. É que a direção teme que Celso afugente os possíveis doadores para o Teleton 2018 e pediu para que os tweets considerados ofensivos fossem apagados. O apresentador atendeu ao pedido após o puxão de orelha.

Daniel Castro é do site Notícias da TV que escreve sobre o mundo da televisão brasileira.

VINHETAS DO SBT CAUSARAM PROBLEMAS

Causou polêmica uma das vinhetas nacionalistas que passaram a ser exibidas pelo SBT em seus comerciais em apoio ao Presidente da República eleito Jair Bolsonaro. Ela terminava com a frase “Brasil: Ame-o ou deixe-o”, um dos slogans mais marcantes da Ditadura Militar Brasileira.

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Após toda a repercussão, a emissora tirou a propaganda do ar, mantendo as demais. Se depender de três deputados do PT, no entanto, o caso ainda não acabou. De acordo com o site Notícias da TV, Paulo Pimenta, Paulo Teixeira e Wadih Damous pediram à Procuradora Geral da República, Raquel Dodge, a suspensão das propagandas que ainda estão no ar.

Eles ainda querem que a emissora seja impedida de fazer comerciais parecidos e alegam que a campanha é uma violação da Lei de Segurança Nacional e que representam uma “afronta à ordem constitucional vigente, à liberdade de expressão e ao direito constitucional das minorias“.