Administradoras foram ameaçadas e tiveram dados divulgados

Administradoras foram ameaçadas e tiveram dados divulgados
Reprodução/Facebook

O grupo “Mulheres Unidas contra Bolsonaro” saiu do ar depois de ter sido hackeado na noite de sábado (16). 

Até sábado, o grupo já tinha mais de 2 milhões de participantes

As administradoras do grupo sofreram ameaças e algumas delas tiveram os dados pessoais divulgados, como CPF. Outras foram ameaçadas por mensagens, em que a pessoa dizia que se a administradora não saísse do grupo os dados dela também seriam divulgados. 

Um perfil de nome Carlos Shinok fez as alterações no grupo por volta das 20h30. Além da invasão do grupo, os autores hackearam o perfil pessoal de uma das administradoras, mudando a senha e colocando imagens a favor do candidato Jair Bolsonaro (PSL). A hashtag #MulheresContraOBolsonaro entrou nos assuntos mais comentados no Twitter (trending topics) na manhã deste domingo. 

O R7 procurou o Facebook, mas ainda não conseguiu contato.