AKA Wall Street: inaugurado em 2016 no coração do Financial District (Divulgação)

Num mundo globalizado, pessoas se deslocam – a trabalho ou a lazer – num ritmo cada vez maior. Não à toa, a indústria de hospitality cresce na mesma velocidade e movimenta cifras impressionantes. Estima-se que a indústria hoteleira vai gerar, globalmente, algo em torno de R$ 1,7 trilhão em 2018.

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Como em outros setores importantes da economia mundial, o setor hoteleiro é composto por grandes grupos empresariais que espalham suas bandeiras pelos quatro cantos do mundo. Cada um deles com sua filosofia, proposta arquitetônica, modelos de serviço etc. Existe, entretanto, uma característica que une quase todos esses grandes grupos hoteleiros: a esmagadora maioria é vista e lembrada pelos usuários como hotéis para hospedagens de curta duração.

É nesse cenário superdisputado que uma bandeira, a AKA, cresce no segmento conhecido como extended-stay. As 11 propriedades (12 até o final de 2017) da marca podem ser consideradas algumas das melhores opções para quem procura um local para “morar” por períodos maiores que os de uma simples viagem de poucos dias.

A Korman Communities, companhia proprietária do AKA, tem mais de 50 anos de experiência. Nos anos 1960 eles foram os pioneiros em oferecer apartamentos mobiliados com período de aluguel flexível nos Estados Unidos. Na época, o fundador Steven Korman percebeu um nicho de mercado não atendido: o das pessoas que não queriam se hospedar por um período extenso em um hotel mas também não podiam se comprometer com a burocracia e os custos de um aluguel padrão de um ano. O sucesso foi tanto que, nas duas décadas seguintes, eles inauguraram 23 condomínios com o mesmo modelo.

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A bandeira AKA surgiu em 2005. Hoje o valor de mercado da Korman Communities é superior a US$ 1,5 bilhão – no portfólio são mais de 7 mil apartamentos e suítes mobiliadas espalhadas pelos EUA e Londres.

Fomos até Nova York para conhecer de perto o AKA Wall Street, que foi inaugurado em meados de 2016, no coração do Financial District, região que mais cresce em Manhattan.

A AKA está crescendo no segmento conhecido como extended-stay; até o fim de 2017, serão 12 propriedades

A bandeira AKA, que já estava presente em quatro outros endereços da Big Apple, abriu o AKA Wall Street na esquina das ruas Maiden Lane e William, bem atrás do Federal Reserve Building. São 132 apartamentos prontos para receber aqueles que querem se hospedar em um local que é, como eles definem, “uma casa longe de casa”.

São muitas opções de tamanho: estúdios, suítes com um ou dois quartos e penthouses. Todas as acomodações incluem cozinha muito bem equipada, com utensílios básicos que você encontra numa casa convencional, como pratos, talheres, copos, panelas, fogão, micro-ondas, máquina de lavar e secar pratos, geladeira, torradeira, cafeteira… A decoração é clean, moderna e funcional. Os ambientes são amplos e bem distribuídos – já pensou como seria passar uma longa temporada num daqueles quartos de alguns hotéis de NY com não mais de 26 metros quadrados?

A suíte em que me hospedei era bastante ampla, com uma confortável sala de estar anexa à cozinha, com sofás e mesa de trabalho. Televisões (uma na sala e uma na suíte) com serviço de TV a cabo e wi-fi de alta velocidade faziam parte do pacote de amenities, mais que essenciais para um viajante corporativo. Um imenso banheiro completava a estrutura do meu “lar”. Confesso que viveria bem ali por uns bons meses.

As áreas comuns do prédio também são muito interessantes. Não espere encontrar um lobby na entrada do hotel, ao lado do balcão da recepção, como você está acostumado a ver em hotéis tradicionais. Lá você encontrará apenas um banco corrido de madeira ao lado de um grande janelão com vista para o Federal Reserve Building e uma praça que fica ao lado do hotel.

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O lobby mesmo fica no último andar do edifício. Mais que um lobby, trata-se de um lounge com sofás, poltronas, mesas de centro, uma grande TV e um bar onde é servido – gratuitamente para os hóspedes – café na parte da manhã e happy hour com drinques no fim da tarde. O lobby traz ainda uma extensão – como já é praxe em Nova York – bastante disputada: um rooftop com cadeiras e mesas de centro onde você pode sentar para tomar um café, aquele drinque no fim da tarde ou apenas apreciar o skyline de Manhattan e a imponente silhueta da Freedom Tower, construída no local onde antes existiam as Torres Gêmeas. No rooftop há ainda uma enorme tela que funciona como cinema ao ar livre, disponibilizado aos hóspedes mediante reserva.

Voltando ao térreo, uma passagem interna liga o AKA ao Blue Ribbon Federal Grill, mais um restaurante da rede Blue Ribbon (são 18 unidades, todas nos EUA), dos sócios Bruce e Eric Bromberg. A proposta é de um ambiente sofisticado, com menu criativo, para gostos e momentos do dia diferentes.

A vizinhança é um ponto forte do AKA Wall Street. A poucos passos de caminhada você chega a famosos pontos da cidade de Nova York, como a Bolsa de Valores (NYSE), em Wall Street, o Seaport District e o Pier 17. Nada mau para um “morador de ocasião”.

Veja, na galeria de fotos abaixo, mais detalhes do hotel:

AKA chega à região que mais cresce em Nova York AKA chega à região que mais cresce em Nova York AKA chega à região que mais cresce em Nova York AKA chega à região que mais cresce em Nova York AKA chega à região que mais cresce em Nova York

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