Especialista do sistema Unimed esclarece a relação existente entre as enfermidades respiratórias e os dias da estação mais fria do ano

Você já notou que em meados de junho, quando a estação mais fria do ano se inicia, é comum observar-se também a alta incidência de algumas doenças respiratórias, tais como gripes, resfriados, amigdalites, sinusites e rinites?

Mas, por que isso ocorre? Um dos fatores que contribuem diretamente para o aumento no número dos casos infecciosos no inverno, por exemplo, é a grande exposição a ambientes fechados e menos ventilados. “Esses locais apresentam condições propícias para que as infecções virais se espalhem com facilidade”, afirma o dr. Pedro Geisel Santos, especialista em otorrinolaringologia, que atua pelo Sistema Unimed em Blumenau (SC).

No caso de condições alérgicas, como a rinite, o contato com as roupas de frio que estão guardadas há muito tempo pode agravar os sintomas da enfermidade, uma vez que as vestimentas podem esconder ácaros ou até mesmo mofo. “Para a rinite, os cuidados incluem trocar as roupas de cama com frequência, de preferência 1 a 2 vezes na semana, lavar bem as mãos e evitar objetos em casa que possam favorecer o acúmulo de mofo ou poeira – tais como tapetes ou carpetes, completa o médico.” Ele reforça que o acompanhamento para tratamento e prevenção junto a um profissional especialista, de maneira periódica, é ainda mais importante. Principalmente se houver possibilidade de contar também com um profissional de atenção primária, que poderá coordenar o cuidado de todos os aspectos da saúde do paciente.

Mas, se você faz parte do grupo de pessoas que já está sofrendo com as condições respiratórias típicas de inverno, o uso de descongestionantes que aliviam a obstrução nasal, um dos sintomas mais comuns das enfermidades, deve ser ocasional e não frequente. “O preferencial é o uso por um período de até cinco dias, pois a prorrogação pode causar um ‘efeito rebote’ no congestionamento, levando o paciente a utilizar o descongestionante mais vezes ao dia e por período cada vez maior. Outras alternativas, como o uso de soro fisiológico e essências inalantes, como mentol e eucalipto (preparadas com diluição em água morna), são de grande valia no tratamento da obstrução nasal”, finaliza o dr. Pedro Geisel Santos, do Sistema Unimed.

 Sobre a Unimed – O Sistema Unimed nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composto por 349 cooperativas médicas, que prestam assistência para aproximadamente 19 milhões de beneficiários em todo País. Clientes Unimed contam com 112.673 mil médicos ativos, 112 hospitais gerais, 2.810 hospitais credenciados e 14 hospitais-dia, além de 208 pronto-atendimentos, 94 laboratórios, ambulâncias e hospitais credenciados para garantir qualidade na assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar.

Doenças respiratórias: veja cuidados importantes no inverno*Dr. Pedro Geisel Santos é Otorrinolaringologista e faz parte do Agendamento Online da Unimed.

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